Alimentação e infância: o que não pode faltar na mesa dos pequenos

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Crianças que estão em fase de crescimento devem se alimentar diariamente de frutas, laticínios, vegetais de cores variadas (inclusive saladas cruas), cereais integrais e proteína de origem animal. Para ter disposição para crescer com saúde e praticar esporte, eles necessitam de aporte extra de nutrientes, já que a demanda energética é maior.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a alimentação infantil vai do nascimento até o fim da adolescência, aos 19 anos de idade.

 

O cálcio, por exemplo, é imprescindível para a formação óssea e a contração muscular, enquanto o transporte de oxigênio para o organismo depende do ferro. Sem eles, o rendimento fica comprometido, assim como o desenvolvimento da criança como um todo.

 

Confira, a seguir, os princípios básicos da alimentação para quem pratica atividade física – esses seis alimentos não podem faltar no prato. Combinados, eles garantem ossos e músculos saudáveis e muita disposição.

 

Estudos mostram que o filho que faz ao menos quatro refeições por semana com a família tem menos risco de desenvolver transtornos alimentares, agressividade e inapetência. Mas muito da alimentação incorreta das crianças está no comportamento dos pais: para ajudá-las, é preciso antes mudar o padrão alimentar dos adultos.

 

Cabe a nós, pais, mostrar o mundo maravilhoso dos alimentos para todos. Hoje em dia, querem comida rápida e prática de ser consumida. Mas fruta também é ‘fast food”, afinal basta descascar e comer.

 

O que não pode faltar na mesa

1 – Carne, ave ou peixe – A falta dela pode gerar fraqueza, perda de massa muscular e até lesões.

 

2 – Ovo – Rico em gordura insaturada (a chamada gordura boa) e proteína de alto valor biológico, é outro alimento essencial no prato dos atletas mirins. E com uma vantagem extra: a criançada costuma comer com gosto.

 

3 – Arroz e feijão – É a combinação perfeita de aminoácidos importantes para a construção muscular e, consequentemente, para o desenvolvimento da criança”, afirma Vivian. Também contam ponto os carboidratos – são eles que fornecem energia, fundamental durante o treino.

 

4 – Fruta – Doces e fresquinhas, elas devem estar presentes nos lanches intermediários e também substituir a sobremesa ao término das refeições.

 

5 – Legumes e verduras – Mas eles não podem ser eliminados da alimentação saudável – fontes de vitaminas, minerais e fibras, os legumes são fundamentais para a imunidade.

 

6 – Até os 5 anos, a criança deve ingerir 750 mililitros de leite por dia para garantir o aporte de cálcio necessário à formação dos ossos – é possível obter a mesma quantidade desse nutriente em 50 gramas de queijo branco ou 150 mililitros de iogurte.

 

Afaste dos pequenos

A alimentação complementar oferecida de forma inadequada também pode resultar em problemas como anemia, excesso de peso e desnutrição. “Alimentos com grandes quantidades de açúcar, gordura e corantes devem ser evitados, pois podem prejudicar a qualidade da dieta, resultando no aumento do peso e na ingestão deficiente de micronutrientes”, alerta a nutricionista.

 

Apesar de suas excelentes propriedades medicinais, o mel também não deve ser consumido por crianças com menos de 1 ano. Se contaminado, ele pode levar ao botulismo, assim como o palmito e os picles em conserva, além de alimentos embutidos como salsichas, salames, presuntos e patês.

 

Já o consumo de sal em excesso está associado ao aparecimento de hipertensão arterial, inclusive na infância, e consequente aumento no risco de doença cardiovascular, quando adulta. Há diversas opções de ervas e vegetais que podem ser utilizados, como alho, cebola, tomate, pimentão, entre outros ingredientes.

 

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