Melatonina emagrece?

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Sabe aquele sono que você dorme e acorda descansado? Para que isso aconteça a glândula pineal, localizada no cérebro, produz de forma satisfatória a melatonina: o conhecido hormônio do sono.

 

Estudado há anos por médicos e pesquisadores do mundo inteiro, hoje já sabemos que essa substância também tem influência na regulação do apetite, enxaqueca, melhora da pele e controle da glicemia. É isso mesmo, a melatonina pode te ajudar a emagrecer.

 

A produção da Melatonina acontece quando o ambiente externo está escuro e calmo, sendo inibida quando há luz, ruídos, temperaturas desagradáveis ou qualquer outro fator capaz de atrapalhar o sono e até a poluição.

 

Após a puberdade, a produção de Melatonina vai sendo reduzida aos poucos, grande explicação para o problema de insônia na terceira idade. Pessoas muito expostas à luz no período noturno tendem a produzir menos Melatonina, desencadeando os efeitos que esse hormônio tem por evitar.

 

Em descobertas mais recentes está um estudo publicado pelo Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Sassari, na Itália, em parceria com outras universidades: a melatonina inibiu as células precursoras de gordura do corpo humano – um tipo de célula tronco presente em diversos tecidos como cordão umbilical, medula óssea e também na gordura.

 

Como se não bastasse, o hormônio do sono também tem sido reconhecido por sua potente atividade antioxidante: ou seja, é capaz de se ligar aos reagentes oxidativos das células e os estabilizar.

 

Com esse suposto papel ativo na proteção do DNA e outros compostos biológicos de agentes oxidativos, o hormônio do sono vem sendo estudado como potencial protetor contra danos causados ​​pelos radicais livres.

 

Uma das explicações para tantas funções é que, pelo fato de ser secretado no sangue e líquido cefalorraquidiano, protetor de diversas células do cérebro, tem transporte fácil no organismo – o que possibilita com que o hormônio do sono tenha ação em diferentes tecidos do corpo.

 

Mas, apesar de tantos benefícios, principalmente ao que se refere a gordura, vale ressaltar que são estudos iniciais e, portanto, novas pesquisas são necessárias para mostrar os resultados evidências na prática clínica.

 

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