10 dicas úteis de alimentação na gestação

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Se você está grávida, provavelmente já ouviu aquele papo de que agora precisa comer por dois, certo? Mas, na verdade, não é bem assim.

Apesar de ser normal sentir mais fome durante a gravidez, é preciso controlar o impulso e estar atenta à dieta para evitar os riscos do sobrepeso, hipertensão arterial, diabetes e suas possíveis complicações no momento do parto.

Muito mais do que uma preocupação estética, a alimentação adequada durante a gravidez acarreta consequências para a saúde da mãe e do bebê. Por isso, é indicado que a grávida tenha o acompanhamento de um nutrólogo, além do obstetra, durante o pré-natal. Durante a gestação, a responsabilidade de cuidar da alimentação é ainda maior, uma vez que o que é ingerido implica diretamente no desenvolvimento do feto.

Assim como alguns alimentos são recomendados por suas propriedades nutricionais favorecerem o perfeito desenvolvimento da gestação, outros são contra-indicados devido à possibilidade de intoxicação alimentar, afetando o sistema imunológico da mãe e/ou causando deformações ao bebê.

Confira abaixo 10 dicas para uma alimentação saudável e segura durante a gravidez:

1 – Evite o consumo de carnes cruas ou mal passadas. Preparações como tartar e carpaccio ajudam a descartar a possibilidade de contrair toxoplasmose através da alimentação;

2 – Dar preferência ao consumo de verduras e legumes cozidos, ao invés de crus, é outra recomendação para evitar a toxoplasmose e outros tipos de contaminação;

3 – Gestantes são mais vulneráveis à desidratação. Por isso é importante evitar consumo de peixe cru, uma vez que seu consumo in natura pode transmitir doenças virais que provocam diarreia;

4 – Devido aos hormônios gestacionais, o funcionamento do intestino pode ficar mais lento. Ingerir frutas secas, mamão e laranja pode ajudá-lo a funcionar melhor;

5 – No primeiro trimestre, vale aumentar a ingestão de couve, beterraba, feijão e/ou bife de fígado. Ricos em ferro e ácido fólico, esses alimentos previnem anemia e doenças cardíacas. Nessa fase, o volume de sangue da mãe aumenta para acompanhar o desenvolvimento das partes vitais do embrião;

6 – O consumo de ovo e brócolis garante uma substância denominada colina. Esse nutriente favorece o crescimento do bebê, bem como o desenvolvimento de seu sistema nervoso;

7 – Evite cafeína. A substância pode alterar o ritmo cardíaco da gestante e comprometer a respiração e o ganho de peso do feto. Esses efeitos podem corroborar para um parto prematuro;

8 – No último trimestre da gestação, é recomendado aumentar a ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D. Esses nutrientes são demandados pela formação óssea do bebê e ainda auxiliam na produção do leite materno;

9 – Controle o consumo de sódio. Sua ingestão é necessária para conduzir o fluxo de sangue até a placenta, mas seu excesso agrava a retenção de líquidos, aumentando o inchaço e favorecendo o aumento da pressão arterial;

10 – A banana é uma fruta rica em vitamina B6 e seu consumo ajuda a evitar os enjoos. Por possuir potássio, também regula os níveis de acidez no sangue e auxilia o controle dos batimentos cardíacos em níveis normais.

Dica extra: Consulte um especialista!

Por fim, ressalto novamente a importância de um acompanhamento conjunto que envolva obstetra e nutrólogo.

Caso você apresente alguma carência nutricional, precisamos orientar a suplementação adequada para garantir a sua saúde, bem como a do seu bebê.

Conte comigo para uma gestação mais saudável! Entre em contato e agende sua consulta.

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