Desidratação: saiba quais os sinais e como prevenir

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Com a correria do dia a dia e as preocupações da rotina, muitas pessoas acabam esquecendo de cuidados básicos com a saúde, beber água, por exemplo, Uma ação simples e que pode evitar alguns problemas, dentre eles, a desidratação. Ela ocorre quando a quantidade de líquidos ingeridos é menor do que a quantidade perdida pelo organismo. Em geral, perdemos líquidos pelo suor, nas fezes ou pela urina e com eles o corpo também elimina sais e nutrientes necessários para um bom funcionamento do metabolismo.

Ao contrário do que muitos pensam, o problema pode ser mais grave do que parece, dependendo do grau de evolução da doença.

“Como saber se eu bebo água o suficiente?”

O mínimo que um corpo precisa para se manter hidratado é a ingestão de dois litros de água por dia. Mas essa necessidade pode ser superior de acordo coma rotina e peso de cada um. Se há prática de atividades físicas e consumo de bebida alcoólica, por exemplo, o consumo deve aumentar. E o mesmo vale para o peso, quanto maior, mais líquido deve-se ingerir.

Porém, a hidratação não precisa ser feita apenas por água pura. Existem outras formas de ingerir o líquido de forma fracionada e ao longo do dia:

  • Água saborizada
  • Sucos
  • Alimentos ricos em água (Ex: melão, melancia laranja, chuchu, pepino e alface)
  • Água de coco

Fique de olho nos sinais do corpo

O nosso corpo manda diversos sinais de que as coisas não estão funcionando bem. No caso da desidratação é fácil perceber, alguns sintomas são bem evidentes: a diminuição do volume de urina, excesso de sede e o ressecamento dos olhos e da boca. Entretanto, há diversos sintomas que podem indicar a desidratação do seu corpo.

  • Mudança na cor da urina
  • Cansaço, sonolência ou fraqueza
  • Dores de cabeça
  • Tontura
  • Olhos profundos
  • Riscos

Existem algumas diferenciações em desidratação:

  • A desidratação isotônica ocorre quando água e sais minerais são perdidos na mesma proporção das que existem no organismo.
  • A desidratação hipertônica é a perda de água proporcionalmente maior que a perda de eletrólitos.
  • A desidratação hipotônica surge quando proporcionalmente são perdidos mais sais que água, como nos casos de transpiração muito elevada, perdas gastrointestinais ou quando a reposição é feita só com água, sem sais.

Os riscos oferecidos pela doença são distintos. A desidratação hipotônica, por exemplo, se não for tratada corretamente, pode levar ao edema cerebral e à morte. As desidratações crônicas aumentam os riscos de infecções, sobretudo as urinárias. Também pode ocorrer insuficiência renal, mas reversível se tratada precocemente.

A diminuição do fluxo sanguíneo é outro problema acarretado pela falta de hidratação do corpo e pode causar confusão mental e afetar a coordenação.

Como evitar

Além da ingestão de líquidos, existem outras formas de evitar a desidratação.

Dietas à base exclusivamente de proteína, por exemplo, podem contribuir para o problema. Caso opte por este tipo de dieta, é fundamental redobrar o consumo de água.

Também evite o consumo de bebidas alcoólicas, café e outros alimentos diuréticos em excesso.

Lembre-se: o ideal é seguir um plano alimentar de acordo com as necessidades do seu organismo e a rotina que leva.

Já bebeu água hoje?

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